Em 2005 tive meu segundo filho, Tiago, e ele, com três meses foi
acometido de uma enfermidade. Parou de mamar e chamei um pastor para
orar por ele. Eu estava desviada. Em seguida a criança voltou a mamar,
mas começou a vomitar. Desesperei-me e o levei a um hospital onde
medico aplicou uma injeção de Plasil. O menino entrou em choque e passou
a noite lá. Pela manhã outro médico disse que ele era alergico a Plasil
e nos liberou. Mas a criança teve problemas urinários e fiquei
novamente desesperada . Levei-o novamente ao hospital e a pediatra disse
que ele estava muito cansado e com os batimentos cardíacos muito
rapidos e me aconselhou interná-lo numa clinica que tivesse UTI, o que
fiz. Ele apresentou um quadro de pneumonia e arritimia. Passou seis dias
na UTI.
Eu já tinha decidido voltar para a Igreja e fui à oração na Assembleia de Deus, reconciliei-me com o Senhor e Ele falou comigo, que não devia me preocupar, que a doença do meu filho não era para a morte. Acreditei, saí de lá alegre e confiando na promessa do meu Senhor.
Passados seis dias, conseguimos uma vaga na Santa Casa onde meu filho faria um ecocardiograma. Mas, ao chegar lá, ele foi examinado e a cardiologista o internou na UTI novamente. Fiquei sem saber o que fazer, pois tudo o que eu sabia era que ele iria ficar internado na enfermaria por causa do exame. Fiquei sem chão, comecei a chorar e meu marido tambem. Mas não perdi a fé no meu Deus e passei seis dias no hospital.
Tudo isso tinha um propósito: eu reconhecer que Deus tinha me escolhido e não aceitava que eu fosse escrava de Satanás.
A maior parte do tempo passava com meu filho na UTI. Deus permitiu que eu cuidasse dele ali. No terceiro dia ele fez o exame e foi diagnosticado que uma pequena veia do coração estava com uma pequena abertura e isso permitia que ele tivesse batimentos de ate 248 por minuto. Ele já estava curado da pneumunia, já era uma grande vitoria, mas ele teria que ficar tomando medicamentos por muito tempo.
Deus tinha preparado algo mais inesperado: no quinto dia ele fez um exame em que um aparelho monitoraria os seus batimento. Mas 24 horas depois a doutora retirou e deu alta ao meu filho.
Fiquei muito alegre com meus Deus, pois ele cumpriu sua promessa. Saí de lá e comecei a contar meu testemunho. Dois anos depois, fizemos outro ecocardiograma e nesse exame Deus mostrou que quando ele cura, cura mesmo.
Hoje sirvo a Deus na congregação do Bom Jardim sob a direção do Pastor Luiz Valdo.
Depois de tanto sofrimento percebi que tudo foi para que o nome de Jesus fosse glorificado na minha vida e hoje posso pregar Ele é o Bom Pastor.
Eu já tinha decidido voltar para a Igreja e fui à oração na Assembleia de Deus, reconciliei-me com o Senhor e Ele falou comigo, que não devia me preocupar, que a doença do meu filho não era para a morte. Acreditei, saí de lá alegre e confiando na promessa do meu Senhor.
Passados seis dias, conseguimos uma vaga na Santa Casa onde meu filho faria um ecocardiograma. Mas, ao chegar lá, ele foi examinado e a cardiologista o internou na UTI novamente. Fiquei sem saber o que fazer, pois tudo o que eu sabia era que ele iria ficar internado na enfermaria por causa do exame. Fiquei sem chão, comecei a chorar e meu marido tambem. Mas não perdi a fé no meu Deus e passei seis dias no hospital.
Tudo isso tinha um propósito: eu reconhecer que Deus tinha me escolhido e não aceitava que eu fosse escrava de Satanás.
A maior parte do tempo passava com meu filho na UTI. Deus permitiu que eu cuidasse dele ali. No terceiro dia ele fez o exame e foi diagnosticado que uma pequena veia do coração estava com uma pequena abertura e isso permitia que ele tivesse batimentos de ate 248 por minuto. Ele já estava curado da pneumunia, já era uma grande vitoria, mas ele teria que ficar tomando medicamentos por muito tempo.
Deus tinha preparado algo mais inesperado: no quinto dia ele fez um exame em que um aparelho monitoraria os seus batimento. Mas 24 horas depois a doutora retirou e deu alta ao meu filho.
Fiquei muito alegre com meus Deus, pois ele cumpriu sua promessa. Saí de lá e comecei a contar meu testemunho. Dois anos depois, fizemos outro ecocardiograma e nesse exame Deus mostrou que quando ele cura, cura mesmo.
Hoje sirvo a Deus na congregação do Bom Jardim sob a direção do Pastor Luiz Valdo.
Depois de tanto sofrimento percebi que tudo foi para que o nome de Jesus fosse glorificado na minha vida e hoje posso pregar Ele é o Bom Pastor.
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